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terça-feira, 4 de outubro de 2016

INFOGRÁFICO: COMO A PRODUTIVIDADE FUNCIONA


A produtividade é um dos fatores mais importantes na rotina de trabalho. As dicas que têm um efeito mais eficiente para melhorar sua produção são as mais clichês. Além disso os principais influenciadores para a produtividade são tempo, energia e atenção. Neste infográfico, você vai entender como a produtividade funciona na nossa mente:




Fonte: http://tutano.trampos.co/6263-infografico-como-a-produtividade-funciona/



quinta-feira, 23 de julho de 2015

É tempo de repensar o RH


As pessoas às vezes gostam de escrever artigos ofensivos sobre a área de Recursos Humanos. Eu mesmo já escrevi, e isso virou até moda nos estados unidos.

Um bem famoso foi o “Por que odiamos o RH” do site FastCompany. Um outro, no LinkedIn, foi escrito por um cara chamado Bernard Marr, que não gosta do título do departamento e depois pergunta: Porque precisamos de fazer algo como “análise de pessoas”?. Outro artigo, do famoso Wall Street Journal, destacou recentemente as empresas que optaram por acabar totalmente com a função.

Você sabe quem é Toby Flenderson? 

É o gerente de RH da série “The Office?”. Ele parece representar a ideia da maioria das pessoas sobre o que é um gerente de recursos humanos: uma pessoa bastante calma, passiva, e que parece passar a maior parte do seu tempo dizendo às pessoas o que não fazer.

Toby representa o arquétipo generalista do RH: fácil de lidar, amável, e gastando a maior parte de seu tempo para ajudar as pessoas a se livrarem de problemas. 

Aí eu te pergunto: É este o tipo de imagem que desejamos ter associada à nossa profissão, seja aqui, nos Estados Unidos ou na China? 

Absolutamente não. 

Durante minha carreira, cruzei com grandes profissionais de RH que são bastante expansivos e em nada lembram um sujeito pacato como o gerente da série. Pra dizer a verdade, o tal do RH é algo bastante complexo, quase sempre multidisciplinar, e extremamente importante em qualquer empresa.

Mas em muitos casos, reconheço, o RH funciona um pouco como o gerente Toby. Muitas empresas sentem que seu departamento de RH custa muito e não entrega o suficiente. E convenhamos, muitos profissionais de RH não tem habilidade para enxergar a totalidade do negócio.

Minha conclusão? 

Precisamos URGENTEMENTE redesenhar o RH! 

É hora de planejarmos realmente uma mudança para a função. Não falo apenas de mudar nome, mas todo o modelo tradicional também. 

Em primeiro lugar, temos que focar o RH no gerenciamento de talentos, pois são eles que conduzem o negócio. 

Sei que precisamos nos preocupar com regulamentos, relações trabalhistas, folha de pagamento, e muitas outras áreas administrativas, mas valor real da empresa encontra-se no gerenciamento de talentos. As tarefas burocráticas e documentais estão cada vez mais sendo terceirizadas, o que resta de verdade ao RH interno é a tarefa de desenvolver pessoas. 

Isto significa que precisamos de pessoas que entendem de avaliação, coaching, recrutamento, análise de dados, psicologia, treinamento e tecnologia. E tudo isto em profundidade! 

Hoje, profissionais de RH realmente bons, são em primeiro lugar consultores e desenvolvedores de pessoas. Sim, eles sabem muito sobre práticas de legislação e disciplinas comuns da área, mas funcionam basicamente como consultores de negócios. Eles podem se sentar com um gerente de linha e ouvir suas dificuldades, recomendar soluções pensadas, e, em seguida, arregaçar as mangas e fazer as coisas acontecerem. 

São pessoas informadas, atualizadas e arrojadas, que entendem e valorizam o desenvolvimento do capital humano. 

O que precisamos na área de RH é ter verdadeiros parceiros de negócios que entendam o contexto e saibam como levar as pessoas ao alcance dos objetivos da empresa. 

Os dias dos profissionais que são apenas “pessoas boas e com facilidade em interagir com os colaboradores” acabaram. Sim, o RH tem tudo a ver com as pessoas, mas tem MUITO mais a ver com a relação das pessoas com os negócios do que com fazê-las felizes e sorridentes. 

Esta é a minha opinião. Qual é a sua? 


Fonte: recursosehumanos.com.br

terça-feira, 26 de maio de 2015

Gestão de Pessoas nas Organizações - Organizações

O ser humano é um ser gregário, não vive isoladamente e busca, na interação e na constituição de diferentes tipos de grupos, encontrar satisfação de suas necessidades e de contribuição para o desenvolvimento coletivo. Essa relação é de trocas onde ambas as partes sofrem influências. Hall (2004, p.4) observa que:

As grandes transformações sociais da história têm sido essencialmente baseadas em organizações. A ascensão do Império Romano, a disseminação do cristianismo, o crescimento e o desenvolvimento do capitalismo e do socialismo foram realizadas por meio de organizações. A eliminação do lixo tóxico, a energia nuclear, o terrorismo, o desemprego, o aborto e todos os temas com os quais se depara a sociedade contemporânea são impossíveis de ser compreendido sem se considerar seu contexto organizacional.

Pela observação acima podemos notar a importância das organizações em nossas vidas e o impacto que elas causam não só na atualidade mas desde sempre. Uma organização nasce do desejo de satisfazer uma necessidade. Um restaurante, por exemplo, é constituído para satisfazer a necessidade das pessoas de consumirem alimento fora do seu domicílio. Nesse sentido um restaurante integra recursos como estrutura física composta por cozinha, depósito, banheiros, sala de refeição, móveis e utensílios diversos. Também encontramos matéria-prima como legumes, temperos, produto de mercearia e outros tantos materiais diversos. Porém, mesmo com todos esses recursos disponíveis, nada aconteceria sem existir a ação humana, os alimentos não vão sozinhos para a panela e nem sabem decidir como se unir para se transformarem em pratos saborosos.

Assim as organizações nascem também da ação humana e são compostas por pessoas que constituem a sua força de trabalho, mas que não trabalham isoladas, interagem com outras pessoas que estão fora de seu ambiente, como, por exemplo, fornecedores, comunidade e com seus clientes.

As organizações são compostas por pessoas e essas pessoas acabam injetando dentro das organizações suas culturas e características peculiares. Podemos então pensar que, assim como as pessoas são diferentes as organizações também são diferentes umas das outras e com tantas interações acontecendo, tanto interna como externamente, e com pessoas que possuem características diferentes, desejos, motivações diferentes podemos imaginar a complexidade possui um ambiente organizacional.


Mesmo quando não estamos prestando atenção estamos realizando análise sobre as organizações. Como? Pense no seu dia a dia você analisa onde comprar os produtos que consome como alimentos, roupas, sapatos. Reflete sobre a escolha da escola que você ou seus filhos irão estudar, a igreja que irá frequentar, além dos diferentes grupos dos quais poderá fazer parte. Um bom exemplo de grupo, aliás o primeiro a que pertencemos, é o de família, depois veem as escolas, as igrejas, os hospitais e as diversas organizações com ou sem fins lucrativos.


Referência: HALL, Richard H. Organizações: estruturas, processos e resultados. 8 ed. São Paulo; Pearson, 2004.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Gestão de Pessoas nas Organizações

É impossível se falar em Recursos Humanos e não citar uma das suas vertentes mais importantes: a Gestão de Pessoas. A procura por esse assunto tem se tornado intensa pela proximidade dos concursos já que em boa parte deles o tema tem sido cobrado dos candidatos. Não posso afirmar que o foco aqui será voltado para o tema específico gestão de pessoas para concurso, no sentido de seguir um roteiro de edital e tudo o mais, porém nada impede de ser usado como material de estudo, cabendo ao leitor saber direcionar os seus estudos e traçar suas metas. Enfim, se você está vindo aqui pela primeira vez seja bem vindo sempre e vamos ao que interessa: Gestão de Pessoas.

Nesse primeiro momento convido a você a conhecer os fundamentos da gestão de pessoas. Quando falamos em fundamentos logo temos a ideia de base, sustentação, de apoio e é assim que se dá com a gestão de pessoas também. Nesse caso em especifico temos um tripé constituído pelos conceitos de organização, pessoas e administração e é nesse tripé que a gestão de pessoas encontra a sua sustentação.


A organização representa o ambiente onde a administração de recursos humanos será exercida. Mas a palavra organização pode nos levar a diferentes conceitos. Bueno (2000, p. 558) traz a seguinte definição para a palavra organização: 


Ato ou efeito de organizar; constituição física; estabelecimento ou firma comercial, industrial, bancária, etc. 

O foco do nosso estudo será a organização enquanto um estabelecimento que pode ser constituído com o objetivo de alcançar lucro financeiro ou não. Pois o que nos leva a estudar as organizações não é o resultado que elas buscam, mas como elas irão buscar esses resultados. Esse “como” é o ponto crucial, ele é definido tanto pelas pessoas que a compõem como também será orientado para atender as necessidades de pessoas que dependem direta e indiretamente de suas atividades. 

As organizações não existem sem as pessoas; por mais virtuais que elas possam ser provavelmente será a partir da ideia de uma pessoa que elas ganharão forma, e provavelmente precisarão do envolvimento de outras pessoas para integrar os demais recursos e alcançar o seu objetivo. Mas falar de pessoas não é algo tão simples ou exato. A possibilidade de estudo desse tema levaria a uma gama de outros temas que não nos cabe no momento. Vamos nos ater na dimensão do mundo do trabalho, o papel das pessoas como geradoras de resultados organizacionais. 

Integrar diferentes recursos em uma estrutura na busca de objetivos específicos exige que esses recursos sejam primeiramente planejados, depois organizados, dirigidos e controlados. Falamos então que os recursos precisam ser administrados. Assim fechamos o tripé de apoio dos fundamentos da gestão de pessoas.

Bem pessoal, para começar vamos ficar com esses conceitos iniciais, na próxima semana vamos começar a explanar sobre cada conceito norteador da gestão de pessoas separadamente começando pelo estudo das organizações. Até breve!


Referência:

BUENO, Silveira. Minidicionário da língua portuguesa São Paulo: FTD, 2000.