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quinta-feira, 21 de maio de 2015

5 dicas para entrevista de emprego

No começo da semana eu trouxe um vídeo com uma prévia do que teríamos hoje aqui no blog. Tá lembrado? Não? Confere ele aqui: 



O vídeo é bem curto e deve ter deixado vocês em dúvida em alguns momentos. Agora podemos esclarecer essas dúvidas em mais um texto sobre entrevista de emprego. A maioria dos artigos que lemos sobre entrevista de emprego trás uma lista do que se deve fazer, esse de hoje não, teremos uma lista com 5 itens de coisas que não podem ser ditas na entrevista de emprego. 

Em processos seletivos, a pressão recai para todos os envolvidos: o recrutador precisa encontrar, o quanto antes, um profissional que se encaixe no perfil da vaga, e o candidato fica apreensivo ao tentar corresponder a essas expectativas.

Neste contexto, não é difícil muitos de nós conhecermos histórias de gafes cometidas na hora da entrevista por mero nervosismo. “Vai desde perguntas que nos esquecemos de fazer, até uma série de outras coisas sobre nós que adoraríamos mostrar. O fato é que a maioria desses erros poderia ser evitada caso estivéssemos mais preparados para saber se sobressair em qualquer situação embaraçosa”, esclarece o consultor de RH Nelson Hudson de Carvalho.


Saiba o que não dizer



1. Eu só preciso de um emprego – qualquer um

Essa é uma das piores coisas que um candidato pode dizer a um potencial empregador, mesmo que seja a verdade! As organizações estão buscando profissionais que defendem a posição que ocupam com orgulho e não tratem a oportunidade como ‘apenas uma forma de ganhar dinheiro’.

2. Que tipo de vantagens a companhia oferece?

Há dois momentos para questionar sobre benefícios e vantagens da vaga: na fase de negociação, ou seja, quando você receber a oferta de trabalho, ou até que o entrevistador levante esse ponto no momento da entrevista.

3. Qual é o negócio desta empresa?

Acredite ou não, os recrutadores dizem que fazem esta pergunta o tempo todo. Antes de ir para a entrevista de emprego, pesquise o histórico da organização.

4. Eu não sei

Se realmente não sabe a resposta para determinada pergunta sobre você ou seu futuro, tente, por exemplo, a frase: “Eu vou descobrir e contar pra você em breve”. Mas, se a pergunta é sobre o que você faria em uma situação hipotética de trabalho, a resposta deve mostrar o seu processo de pensamento, como: “Para conseguir alcançar um resultado, primeiro preciso fazer um planejamento com metas”.

5. Nada

Não há desculpa para não ter quaisquer perguntas para o entrevistador, é a sua chance de mostrar o que sabe e o que espera da empresa – ele quer saber quais habilidades você tem a oferecer.

Então nada de marcar bobeira na hora H. Tenta controlar a ansiedade que tem sido a pior inimiga dos candidatos e seja o mais natural possível. Até o próximo tema pessoal!!


Fonte: Catho



terça-feira, 19 de maio de 2015

5 Coisas Que Não Podem Ser Ditas Numa Entrevista de Emprego

Uma prévia do que falaremos no blog nesta quinta-feira!!!!  5 Coisas Que Não Podem Ser Ditas Numa Entrevista de Emprego. Até lá!! ;)



sábado, 16 de maio de 2015

10 perguntas e respostas sobre comportamento em entrevistas


A avaliação do currículo é apenas a primeira etapa. Se o profissional tem as qualificações e preenche os requisitos necessários, será chamado a participar de outras etapas, entre elas a entrevista de emprego presencial.

E é nesse momento que a atitude pode fazer toda a diferença na conquista da oportunidade. “Além do currículo, aspectos como perfil pessoal, postura, valores, disponibilidade para aprender e trabalhar em time são avaliados durante o processo seletivo”, diz Danielle Lopes, gerente de gente da Falconi Consultores de Resultado.

Ou seja, de nada adianta ter um currículo impecável e tropeçar na postura. Mas, o que pode e o que não pode em um processo seletivo? Quais as regras de comportamento? Confira as dúvidas frequentes dos candidatos e as recomendações da especialista:

1 Qual o melhor jeito de se preparar para uma entrevista de emprego?

O primeiro passo, diz Danielle, é revisar, ainda que mentalmente, principais competências, experiências (profissionais, acadêmicas e outras passagens relevantes), resultados alcançados, erros já cometidos e aprendizados.

“Identificar com naturalidade seus pontos fortes e a desenvolver é um grande clichê dos processos seletivos, mas revela autoconhecimento e humildade”, diz a especialista. Ela também destaca a importância de pesquisar sobre a empresa e os desafios de carreira que virão com a conquista da oportunidade.

2 Se a entrevista for por competência, o que muda na preparação?

Nas entrevistas por competência, o foco das perguntas serão passagens e vivências profissionais que revelem as habilidades requisitadas e os pontos em que o profissional ainda precisa se desenvolver.

É fundamental identificar a compatibilidade de suas experiências e habilidades com o que a empresa espera do futuro contratado, segundo a especialista.

“Sobretudo, o candidato deve trazer exemplos claros de situações reais nas quais transformou conhecimentos em contribuições”, diz Danielle.

3 Quais as piores atitudes que os candidatos podem ter em um processo seletivo?

A especialista cita cinco comportamentos que mais prejudicam os candidatos. Não conhecer a empresa e prosseguir mesmo sem se identificar com os seus valores é o primeiro.


Falta de foco é o segundo deles. “Passa a impressão de que está à procura de qualquer vaga”, diz. Falta de vontade (ou arrogância) para trabalhar em equipe é o terceiro.

Desinteresse em aprender é o próximo da lista que termina com o discurso pronto e ensaiado. “Que não retrate a realidade”, explica.

4 Quais os erros mais comuns entre os candidatos mais jovens em seleções?

“É a falta de autoconhecimento, que resulta em uma busca por oportunidades que nem sempre refletem o que realmente motiva e faz com que estes jovens sintam-se realizados”, diz Danielle.

Manter uma visão de curto prazo também é um equívoco comum. “Especialmente quando o assunto é a remuneração”, diz.

5 Qual deve ser a preocupação do jovem que busca sucesso profissional ao se candidatar a um processo?

Menos preocupação com o salário inicial e mais atenção ao desenvolvimento a médio e longo prazo. “O jovem deve investigar como a empresa investe na formação de seus profissionais e como reconhece resultados e diferencia alta de baixa performance”, diz Danielle.

6 O que fazer quando o recrutador faz uma pergunta e o candidato não sabe responder?

Honestidade e transparência são características valorizadas, diz Danielle. “Tentar sustentar uma posição através de respostas inconsistentes gera descrédito”, diz. Ela recomenda que o candidato reconheça que não sabe a resposta, mas que se prontifique a buscar a informação.

7 O que o candidato deve fazer ao perceber que errou, ou na postura ou em alguma informação transmitida, e quer reparar o dano?

“Ele deverá relatar para o entrevistador que refletiu sobre o comportamento, reconhecendo o erro e apontando o que aprendeu a partir dele”, indica a especialista. Adotar um comportamento diferente e deixar explícito que deseja reverter a situação pode aumentar as chances de continuar no processo seletivo.

8 Como agir quando o valor do salário não é posto na mesa?

Não há regra, segundo Danielle. “Sugiro que o candidato pergunte no início do processo em qual momento a empresa apresenta remuneração e oportunidades de carreira”, diz a especialista. Saber em qual etapa isso vai ocorrer vai minimizar a ansiedade.

9 O que fazer quando, no meio do processo, surge outra proposta mais interessante?

O primeiro passo é comunicar, o quanto antes, a decisão aos recrutadores. “Agradecer sua participação no processo e mencionar que deseja manter vínculos com a organização - seja como cliente, parceiro ou futuramente como colaborador - é um bom caminho”, sugere a especialista.

10 O que fazer quando o nervosismo é alto e os seus sinais evidentes durante a entrevista?

“Nervosismo é normal”, diz Danielle. Tratar a situação com naturalidade e até bom humor pode ser uma saída estratégica para a situação, de acordo com ela.

 Fonte: Exame.com