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terça-feira, 4 de outubro de 2016

INFOGRÁFICO: COMO A PRODUTIVIDADE FUNCIONA


A produtividade é um dos fatores mais importantes na rotina de trabalho. As dicas que têm um efeito mais eficiente para melhorar sua produção são as mais clichês. Além disso os principais influenciadores para a produtividade são tempo, energia e atenção. Neste infográfico, você vai entender como a produtividade funciona na nossa mente:




Fonte: http://tutano.trampos.co/6263-infografico-como-a-produtividade-funciona/



sábado, 1 de outubro de 2016

10 Lições de Liderança do Livro O Monge e o Executivo


Primeira lição: para ser um bom líder uma das habilidades primárias é saber ouvir, a comunicação pode ficar extremanente comprometida quando não se ouve com a devida atenção, além de emitir mensagens negativas, tais como: desrespeito ao que está sendo dito e desvalorização da opinião alheia, muito possivelmente por julgar que suas falas e pensamentos são muito superiores aos de quem está falando.
Segunda lição: para exercer uma boa liderança, é preciso entender as diferenças entre poder e autoridade. Através do primeiro é possível convencer alguém, entretanto coercitivamente pela força da posição que ocupa, outrossim autoridade é uma habilidade de convencer alguém, mas através da influência pessoal que exerce sobre aquela pessoa, de maneira que a mesma execute a atividade de boa vontade. A autoridade é a base de uma boa liderança, já que o poder com o passar do tempo corroi os relacionamentos.


Terceira lição: liderar é saber lidar com as pessoas e com as tarefas, mantendo-nas em equilíbrio, por isso nem sempre alguém que possui conhecimento técnico tem aptidões para exercer cargos de liderança. Ademais os relacionamentos entre os elementos envolvidos são o principal motivo de sucesso em uma organização, sempre permeado pela confiança entre as partes.
Quarta lição: Os paradigmas exercem influências nos relacionamentos, muitas vezes negativas, entretanto o ser humano tem resistência natural  às mudanças, fato que dificulta qualquer transformação. A tendência comum é “ver o mundo como nós somos e não como ele é”.  O modelo piramidal de administração- cujo poder vem de cima para baixo e há maior preocupação com a chefia do que com os clientes-  é um paradigma, entretanto nem sempre um modelo que serviu com eficiência em uma época  servirá para outras situações. A ordem da pirâmide deveria inverter-se, tendo clientes como base, sendo seguidos imediatamente pelos funcionários na escala de importância, ficando a última camada para os líderes, os quais deveriam perceber sua importância no sentido de servir grupo para o qual lidera, satisfazendo as necessidades de seus liderados.
Quinta lição: não tenha medo de colaboradores com espírito desafiador, valorize as opiniões contrárias.
Sexta lição: liderança é influenciar pessoas a trabalharem por objetivos visando o bem comum. Liderar é servir. Gandhi, Madre Teresa de Calcutá,  Martin Luther King e Jesus Cristo são citados como exemplos de líderes que exerceram somente a influência em prol de objetivos que visavam o bem comum. As intenções devem ser seguidas de ações, mas isso só será realizado se houver como premissa básica a vontade. Liderar é “identificar e satisfazer necessidades”.
Sétima lição: Para  compreender “liderança, autoridade, serviço e sacrifício” é preciso primariamente compreender o amor. Amor  não se refere aos sentimentos e sim às ações, é sinônimo de liderança , a qual por sua vez é sinônimo de servir, sendo “uma das principais tarefas do amor prestar atenção às pessoas”. O amor, consequentemente a liderança, podem ser resumidos em alguns conceitos: paciência, bondade, humildade, respeito, abnegação, perdão, honestidade, compromisso. O líder deve demonstrar portanto, autocontrole, dar atenção, apreciação e incentivo, ser autêntico sem ser arrogante, tratar os outros como pessoas importantes, satisfazer as necessidades dos outros, desistir de ressentimento quando prejudicado, ser livre de engano, sustentar suas escolhas, pôr de lado suas vontades e necessidades, buscando o  bem maior para os outros; atrelando todas essas características tem-se enfim o líder servidor.
Oitava lição: refere-se à criação de um ambiente de trabalho favorável ensejando crescimento às pessoas. É importante normalizar comportamentos de liderança no sentido positivo, atitudes como elogiar pessoas em público, ao invés de adverti-las gera um ambiente agradável , pois o que o líder faz automaticamente gera uma mensagem seja ela positiva ou negativa. Entretanto, não é possível mudar ninguém, “a única pessoa que você pode mudar é você mesmo”. Sobre a motivação, é possível ensejar condições motivacionais, mas são as pessoas que precisam estar abertas às mudanças.
Nona lição: todos temos possibilidade de escolha e responsabilidades decorrentes das mesmas. Muitas pessoas não assumem responsabilidades, atribuem ao outro erros que possam vir a acontecer.  
Décima lição: Existe a importância da visão e da missão organizacional, entretanto as pessoas só irão aderir às missões, se primariamente aderirem ao líder.
Resumindo, liderar é servir, direcionar a equipe com motivação, entusiasmo, estimulando o empenho e o comprometimento de cada um.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

É tempo de repensar o RH


As pessoas às vezes gostam de escrever artigos ofensivos sobre a área de Recursos Humanos. Eu mesmo já escrevi, e isso virou até moda nos estados unidos.

Um bem famoso foi o “Por que odiamos o RH” do site FastCompany. Um outro, no LinkedIn, foi escrito por um cara chamado Bernard Marr, que não gosta do título do departamento e depois pergunta: Porque precisamos de fazer algo como “análise de pessoas”?. Outro artigo, do famoso Wall Street Journal, destacou recentemente as empresas que optaram por acabar totalmente com a função.

Você sabe quem é Toby Flenderson? 

É o gerente de RH da série “The Office?”. Ele parece representar a ideia da maioria das pessoas sobre o que é um gerente de recursos humanos: uma pessoa bastante calma, passiva, e que parece passar a maior parte do seu tempo dizendo às pessoas o que não fazer.

Toby representa o arquétipo generalista do RH: fácil de lidar, amável, e gastando a maior parte de seu tempo para ajudar as pessoas a se livrarem de problemas. 

Aí eu te pergunto: É este o tipo de imagem que desejamos ter associada à nossa profissão, seja aqui, nos Estados Unidos ou na China? 

Absolutamente não. 

Durante minha carreira, cruzei com grandes profissionais de RH que são bastante expansivos e em nada lembram um sujeito pacato como o gerente da série. Pra dizer a verdade, o tal do RH é algo bastante complexo, quase sempre multidisciplinar, e extremamente importante em qualquer empresa.

Mas em muitos casos, reconheço, o RH funciona um pouco como o gerente Toby. Muitas empresas sentem que seu departamento de RH custa muito e não entrega o suficiente. E convenhamos, muitos profissionais de RH não tem habilidade para enxergar a totalidade do negócio.

Minha conclusão? 

Precisamos URGENTEMENTE redesenhar o RH! 

É hora de planejarmos realmente uma mudança para a função. Não falo apenas de mudar nome, mas todo o modelo tradicional também. 

Em primeiro lugar, temos que focar o RH no gerenciamento de talentos, pois são eles que conduzem o negócio. 

Sei que precisamos nos preocupar com regulamentos, relações trabalhistas, folha de pagamento, e muitas outras áreas administrativas, mas valor real da empresa encontra-se no gerenciamento de talentos. As tarefas burocráticas e documentais estão cada vez mais sendo terceirizadas, o que resta de verdade ao RH interno é a tarefa de desenvolver pessoas. 

Isto significa que precisamos de pessoas que entendem de avaliação, coaching, recrutamento, análise de dados, psicologia, treinamento e tecnologia. E tudo isto em profundidade! 

Hoje, profissionais de RH realmente bons, são em primeiro lugar consultores e desenvolvedores de pessoas. Sim, eles sabem muito sobre práticas de legislação e disciplinas comuns da área, mas funcionam basicamente como consultores de negócios. Eles podem se sentar com um gerente de linha e ouvir suas dificuldades, recomendar soluções pensadas, e, em seguida, arregaçar as mangas e fazer as coisas acontecerem. 

São pessoas informadas, atualizadas e arrojadas, que entendem e valorizam o desenvolvimento do capital humano. 

O que precisamos na área de RH é ter verdadeiros parceiros de negócios que entendam o contexto e saibam como levar as pessoas ao alcance dos objetivos da empresa. 

Os dias dos profissionais que são apenas “pessoas boas e com facilidade em interagir com os colaboradores” acabaram. Sim, o RH tem tudo a ver com as pessoas, mas tem MUITO mais a ver com a relação das pessoas com os negócios do que com fazê-las felizes e sorridentes. 

Esta é a minha opinião. Qual é a sua? 


Fonte: recursosehumanos.com.br